As primeiras críticas de Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor começaram a sair hoje, confirmando o retorno bem-sucedido de Sandra Bullock e Nicole Kidman aos papéis das irmãs Owens. O novo longa chega aos cinemas nesta semana, quase 30 anos após o lançamento do clássico de 1998, e traz uma nova geração de bruxas para enfrentar a velha maldição da família.
A recepção da imprensa internacional aponta que a sequência consegue resgatar a dinâmica original das protagonistas, ao mesmo tempo em que aprofunda os dramas da maturidade. Com um orçamento maior e a troca no comando da direção, o projeto atualiza a mitologia da franquia e prepara o terreno para que a história continue viva nas telonas.
O resgate da maldição e o novo elenco
A trama se passa 28 anos depois dos eventos do primeiro filme. Sally (Bullock) apagou a memória de suas filhas, Kylie (Joey King) e Antonia (Maisie Williams), para tentar protegê-las do passado místico. A estratégia desmorona quando o namorado de Kylie, Gideon (Xolo Maridueña), entra em coma por causa do feitiço centenário da ancestral Maria Owens.
Para quebrar a maldição de vez, a jovem viaja até a Inglaterra atrás de respostas no Livro dos Corvos. Sally e Gillian (Kidman) vão atrás da garota, levando junto as tias Franny (Stockard Channing) e Jet (Dianne Wiest). No meio da confusão britânica, a família cruza o caminho do acadêmico Ian Wright (Lee Pace), que acaba se envolvendo amorosamente com Sally.
A escalação de King e Williams gerou debates nas redes sociais, já que Evan Rachel Wood e Alexandra Artrip interpretaram as garotas na infância no primeiro longa. Artrip, que hoje está aposentada da atuação, usou suas redes para pedir que o público abrace a nova fase da franquia:
“Maisie e Joey são atrizes adoráveis, e tenho certeza de que a equipe de produção fez o que achou melhor para o sucesso do filme. Acho que devemos apoiar, dar uma chance e ir com a mente aberta.”
Bastidores de uma sequência de peso
A direção agora está nas mãos da vencedora do Oscar Susanne Bier, que já havia trabalhado com Bullock no sucesso da Netflix Bird Box e com Kidman nas minisséries The Undoing e O Casal Perfeito. A cineasta dinamarquesa assumiu o projeto no lugar de Griffin Dunne e focou em explorar a dinâmica fraternal no set.
Durante a divulgação do longa em Londres, Bier revelou como foi observar a sintonia entre as duas estrelas nos bastidores:
“A energia entre as duas é incrível, porque elas realmente se estimulam, se desafiam e se divertem juntas. Não tenho irmã, então a irmandade foi algo para o qual fui convidada e que aproveitei profundamente.”
O futuro da família Owens no cinema
O estúdio já enxerga a possibilidade de transformar o retorno em uma franquia contínua. A produtora Denise Di Novi, que também trabalhou no filme original, aposta que a química entre King e Williams tem força suficiente para carregar os próximos capítulos da história, caso o público compareça em peso às sessões.
A própria atriz Sandra Bullock também já admite que a ideia de expandir o universo é real e depende apenas do retorno financeiro de bilheteria:
“Faremos um número três se este decolar, e passaremos a tocha para as meninas.”
Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor tem estreia marcada para o dia 10 de setembro nos cinemas de todo o Brasil.



